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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Até San Telmo de metrô : Buenos Aires, Argentina

Depois de almoçar, voltamos de Tigre para dar tempo de irmos até a feira de antiguidades de San Telmo. Descemos do trem na estação retiro e pegamos o metrô para San Telmo. O metrô parecia mais um trem fantasma rs, bem antigo. Chegamos no bairro e fomos andando até a feira. Pelo nosso mapa parecia super perto (alias, qualquer coisa que olhávamos no mapa que parecia perto, andando parecia nunca chegar rs), andamos sem avistar a feira, até pensamos que estávamos na direção errada o que era meio que impossível em Buenos Aires, com um mapa na mão qualquer um se vira por lá. Não deu outra, logo avistamos a feira. Desculpe-me quem gosta MUITO dessas feirinhas de antiguidades, mas apesar de acharmos interessante e de boa freqüência, não vimos nada de muito diferente da Bene Calixto, São Paulo. Mas se está na chuva é para se molhar (que passado isso). Caminhamos por lá para conhecer um pouco (apesar de ter quase conhecido o bairro inteiro da estação de metrô até a feira), a Pri até me ensinou uma cantada em espanhol, mas o que eu fiz foi só treinar, porque usar que é bom nada viu! Há barzinhos e cafés lindos por lá (e lotados por sinal), o que nosso tempo não permitiu desfrutar deles. Para variar o final do dia chegou junto o nosso cansaço (com o passar dos dias e com as horas a menos de sono piorava cada vez mais), o que nos fez voltar para o hotel para tentarmos descansar um pouco antes do show de tango. Alias, falo pela a Pri e pela Dri, porque enquanto as duas descansavam eu fui tomar um banho para tentar arrumar meu cabelo com o secador portátil (e nada bom) do hotel, o que me levou duas horas, não restando nenhum minutinho para um cochilo. Depois de duas horas em guerra com o secador-portátil-ruim-do-hotel-mas-que-quebrou-um-galho, vi que não me restou nem 5 minutos para um cochilo, então acordei as meninas (que estavam com uma cara menos pior que a minha) e começamos a nos arrumar para o Sr. Tango.




Buenos Aires – Argentina – 10 de agosto de 2008

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Rumo a Tigre : Buenos Aires, Argentina

Para variar nosso café da manhã não foi um dos mais animados, mas pelo menos conseguimos comer. Sem contar a dificuldade para acordar, eu fui a primeira a levantar depois de muito custo e fui acordar a Pri que por sua vez ‘jogou a toalha branca’ e queria desistir do passeio devido nosso cansaço, mas como a Dri era a mais empolgada com o passeio e no dia anterior disse que era a primeira a tomar banho, resolvi acordá-la, COM SUCESSO! Tomamos um delicioso café da manhã e fomos à recepção buscar infos de como faríamos para ir até Delta do Tigre. Pegamos um táxi e fomos até a estação de trem Retiro e de lá pagaríamos o Trem De La Costa, mas justo naquele fim de semana o trem estava parado para manutenção, então pegamos o trem urbano mesmo. Sem saber quando tempo levaríamos, principalmente por estarmos no trem diferente (porque sabíamos que com o Trem De La Costa levaríamos em torno de 40 min, mas ele é mais rápido do que o trem urbano), alisamos inúmeras pessoas porque tinha gente de todo o tipo naquele trem, a maioria digamos que assustadoras, e por fim decidimos perguntar para um garoto que estava perto da gente com os pais quanto tempo levaria até Tigre, ele nos disse em torno de 15 min. Já tínhamos contado 12 min até passar pela primeira estação e ainda deviam ter umas 9 pela frente (no mínimo), chegamos a conclusão que mais um argentino estava zombando da nossa cara e comprovamos assim que descemos na estação Tigre porque nós éramos o assunto da família, agora vai saber porque! Descemos e fomos logo ver um passeio de barco pelo rio. A cidadezinha é maravilhosa e o passeio de barco muito gostoso para apreciar a vista.




Na volta do passeio tínhamos como opção o Mc Donald’s e Burguerking para almoçar, a cidade é pequena e não oferece muitas opções, optamos pelo mais vazio: o Burguerking.




Na volta seguimos até o parque de diversões De La Costa, nos deparamos com um outdoor (ou seria uma dor de cotovelo) um tanto engraçado:



Tentamos pegar o trem De La Costa na volta, mas realmente estava em manutenção e o funcionário da estação Retiro não nos informou errado como havíamos pensado rs. Então fomos com o outro trem mesmo.

Um detalhe: ao entrar na plataforma para pegar o trem temos que passar o ticket na catraca e na saída quando chegamos ao nosso destino TAMBÉM temos que passar o ticket para sair da plataforma (não é como nos metros de SP), imagina que as três não tentaram passar pela catraca sem o ticket? (Mania de paulistano) Pelo menos não tínhamos os jogado fora né?

Outro detalhe: Nosso passeio até tigre custou $2,20 pesos (ida e volta de trem), enquanto as agências de turismo de Buenos Aires cobram $90 pesos. Tudo bem que os $90 pesos está incluso o trem De La Costa que por sua vez custa apenas $16,00 pesos. Mesmo assim ganhamos o dia! =)

Buenos Aires – Argentina – 10 de agosto de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

De Ásia de Cuba a Crobar : Buenos Aires, Argentina

Descemos do táxi em Puerto Madero, onde fica a Ásia de Cuba. Passamos um bocado de frio até acharmos onde era a tal balada, apesar de acharmos rápido a noite em Puerto Madero faz muito frio, alias mais frio do que imaginávamos. Achamos a balada e ficamos esperando na fila (para variar um pouco), mesmo não sabendo o quanto gastaríamos naquela noite (que não era pouco) a espera nos agradava pois música boa bombava lá dentro e tinha muita gente bonita na fila. Depois de passar muito frio na fila chegamos ao início dela de cara com o segurança e a uma “porta” com detector de metal (tipo aquelas do aeroporto mesmo). Eis que o segurança pede nosso convite, as três se entre olham: “Convite?”. Onde compra o convite? Esta aí a questão não se vende, estava tendo uma festa fechada sem vendas de convite no Ásia de Cuba. Entramos? Magina. Desânimo? Magina. Felizes? Magina. Endereço de outra balada? Magina. A noite nem tinha começado portanto não voltaríamos para o hotel, mas a única coisa que lembrávamos era o nome de outra balada a Crobar e que ela ficava em Palermo, mas não tínhamos o endereço. Nos restando apenas a pedir para algum bondoso taxista nos levar até a tal balada se ele soubesse onde ficava, correndo o risco de sermos super enroladas já que a balada ficava do outro lado da cidade. Mas chegamos sã e salvas na balada e o taxista nem tentou nos enrolar, deixando bem claro aqui: na nossa ida!




A balada foi ótima, música boa, muita gente bonita, água a $10 pesos, uma parte da noite abriram a pista com o reggaeton mas já estávamos indo embora pois estava perto das 6h e precisaríamos acordar cedo no dia seguinte para o passeio a Delta de Tigre. Mas pela a Pri a gente tinha trocado o passeio e ficado a manhã na balada rs.

Na volta só queríamos um táxi para casa, o que tinham muitos na porta da balada. Uma fila deles (com telefone na porta) nos encaminhamos para o primeiro deles como o natural, mas nisso já fomos abordadas por um cara que devia ser o chefe dos táxis que perguntou para onde íamos, sacou que éramos turistas, viu que iríamos para o outro lado da cidade e nos mandou para o ultimo táxi SEM TELEFONE NA PORTA, na hora eu me toquei e tentei fugir do táxi mas as duas desligadas Priscilla e Adrianne, foram entrando no carro conversando e nem sequer escutaram o que eu estava tentando dizer. Só quando já estávamos dentro do táxi que elas pararam pra me escutar, que estávamos num táxi pirata! Nisso a Dri me vira: “MEUUUUU A ANDRESA!!!!”. Eu e a Pri nos entre olhamos com cara de ponto de interrogação, tipo “Que Andresa?”. Mas a Dri insistiu na Andresa, que tínhamos esqueci a menina na balada. Tudo isso para descermos do táxi e pegar outro. Mas que outro? Só tinham aqueles taxis naquele fim de mundo, que só se chegava através de uma avenida que naquela hora estava deserta principalmente de taxis. Conseguimos descer do táxi, acho que o taxista sacou todo o drama rs. Entre as árvores escondidas e com medo o tal taxista esperar nós e a Andresa, fomos seguindo em sentido a avenida em busca de um táxi. A avenida estava vazia e a nossa sorte foi que logo chegou gente para a balada em um táxi e foi nele que voltamos. Ah detalhe: sem a Andresa rs.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

The Killkenny : Buenos Aires, Argentina

Chegando no hotel foi tempo de tirar um bodinho de 30 minutos com direito a despertador do hotel, engraçada foi a cara do recepcionista quando falamos que queríamos um despertador para daqui 30 min. Passado os 30min o telefone toca e está na hora do banho, o problema foi decidir quem levantaria primeiro para o banho, por que estava difícil viu?

Todas prontas e partimos para o pub irlandês The Killkenny, a uma quadra do nosso hotel, o que facilitou para irmos a pé. O pub era o nosso esquenta para a balada do dia. Pedimos o cardápio para matar a fome, mas ao ver os itens: o que escolher? Não entendíamos nada dos ingredientes dos sanduíches, o que restou pedir uma porção fritas (um dos únicos itens que entendemos) e chutar algum sanduíche que pudesse ter a maior quantidade de ingredientes que conhecíamos, mas é óbvio que alguma coisa sairia errado. As três pediram o mesmo sanduíche e nenhuma de nós gostou, chegamos a conclusão que era um sanduíche vegetariano com alguma pasta de legume estranha, acho que o único item que não sabíamos o que era, porque o resto dos ingredientes sabíamos, mas apenas a pasta já foi suficiente para estragar o sanduíche inteiro! Para completar, pedimos para acompanhar o sanduíche uma cerveja Guiness (que nunca tínhamos tomado) amarga e também não gostamos. Enfim, o nosso jantar foram as fritas e alguns chopps Quilmes depois de rejeitar a famosa Guiness.

Fechando a conta... Antes mesmo de chegarmos na metade do sacrificante sanduíche a garçonete já tinha fechado a nossa conta, nos entregado e esperando ao lado da nossa mesa o pagamento. Mas como assim? Não podemos pedir mais nada? O bar está fechando? Pagamos a conta sem entender muito bem. Depois pedimos mais uma rodada de chopp e a garçonete chega com a conta de novo para pagarmos e pagamos. Pedimos uma rodada de drinks, o que acontece? Chega a garçonete com a conta fechada dos três drinks. Foi assim a noite inteira sem entendermos muito bem o esquema do bar, mas fechando nossa conta a cada rodada de bebidas. Apesar do sanduíche vegetariano e de termos que fechar nossa conta a cada rodada de drink, gostamos bastante do bar estilo irlandês com a música ao vivo, não citada por mim até o momento mas muito boa.

Seguimos para o hotel para pegar um táxi e nosso próximo destino seria a tão esperada balada Ásia de Cuba.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Tarde de compras e Café Tortoni : Buenos Aires, Argentina

Depois de um delicioso almoço e a vontade te tirar aquele bodinho-pós-almoço, fomos andando até o hotel para depois sairmos para compras na calle Florida, já que no dia que chegamos só demos uma passada para observar. Compramos caixas e caixas de alfajores Havanna, CDs incrivelmente baratos ($15 a 25 pesos), bujigangas e artigos esportivos que a variedade era grande e os preços muito acessíveis. Mas não compramos nada de muito especial, o estilo dos portemos é muito diferente dos brasileiros, por mais que tivesse muita coisa com preço acessível nada nos agradava. Por fim paramos para ligar para a casa.

Seguimos pela Av. Córdoba até chegarmos a 9 de Julio seguindo em direção ao Café Tortoni, mas nunca que chegava a rua do Tortoni, cada vez que pedíamos informação a alguém este dizia que estava a três quadras, mas as três quadras acabaram se tornando por volta de doze, estávamos cada vez mais exaustas do tanto que tínhamos andado e o humor não era o dos melhores até que chegamos antes ao Obelisco tiramos umas fotos dando uma renovada para continuar a caminhada e logo chegamos a rua do Tortoni. A nossa sorte é que o Tortoni já estava na terceira quadra. Porém chegamos e vimos uma fila na porta do café o que desanimou totalmente, mas depois de tudo tínhamos que pelo menos ficar para um café e em 15 min acabaram nos chamaram para uma mesa. Um lugar super tradicional e bonito freqüentado por muita gente, no auge do nosso cansaço conseguimos tomar apenas um delicioso submarino e bater um papo rápido. Logo pedimos a conta e um táxi.


Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Cabaña Las Lilás : Buenos Aires, Argentina

O nosso city tour estava chegando ao fim, a hora do almoço chega e a fome também principalmente ao pensar que iríamos almoçar em uma das famosas parrillas de Puerto Madero. O último ponto seria Puerto Madero que ficaríamos por lá para almoçar. A caminho de lá passamos pelo antigo porto (todo sujo e feio) e vimos os cassinos flutuantes que tanto falam e estavam em nosso roteiro, mas ao vê-los não fizemos tanta questão de mantê-los em nosso roteiro. Por ser proibido cassino em Buenos Aires, eles ficam em navios ancorados, legalmente fora da cidade.



Descemos em Puerto Madero (‘Chao’ a Pato) e seguimos passeando pelos quatro diques com destino a parrilla Cabana Las Lilás. Paramos para tirar umas fotos na Ponte De La Mujer, estava um dia maravilhoso (o cenário ajudava) porém frio, principalmente em Puerto Madero que o frio é mais pesado. Continuamos andando e nada de achar o restaurante, até que alguém tem a feliz idéia de parar para perguntar onde ficava localizado a tal parrilla e é lógico que perguntamos quando estávamos bem em frente a ela, só turista mesmo para passar por essas coisas. O restaurante é lindo e em um ambiente muito agradável, um dos mais famosos da cidade. Sentamos na varanda para apreciar a vista durante o almoço e pedimos o cardápio para matar a curiosidade de quanto morreríamos naquele almoço. $90 pesos UM BIFE!? Ou saíamos correndo ou comeríamos o bife com muito gosto, o que fizemos? Pedimos os tais bifes (rezando para eles serem muito bons mesmo! Rs), uma salada e porção de fritas. Levantei para lavar as mãos, ao secá-las encontro dois negócios na lateral da pia, um para tirar o papel para secar as mãos e outro para tirar a camisinhas?!?!? Vai entender... Na noite anterior no banheiro do Hard Rock havia encontrado o mesmo recipiente e na balada entregam camisinhas... Super campanha! Enfim... Ao chegar a carteirinha com a conta, vieram dois cartões de restaurantes da mesma rede do Cabaña, um do Figueira e outro do Rubaiyat (ambos em São Paulo), explicado o valor da conta! Ficamos aliviadas o quanto pagamos barato em relação a São Paulo. Almoçamos muito bem, o restaurante realmente é maravilhoso. Valeu cada centavo gasto, alias cada cento de peso gasto!




http://www.rubaiyat.com.br/index.htm

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

City tour : Buenos Aires, Argentina


- Palermo -


- Casa Rosada -


- Plaza de Mayo -


- La Bombonera -


- Caminito -


- Puerto Madero -

Durante o city tour passamos por bairros como Palarmo muito elegante e bonito (e segundo o pobre estagiário do escritório da Dri, fora do alcance da ‘probraize’) passando pela rua Alvear, uma Oscar Freire de São Paulo e Recoleta onde passamos por alguns monumentos dentre eles a bela Floraris Genérica. Fizemos uma parada na Plaza de Maio, tiramos as famosas fotinhos no fundo com a Casa Rosada e partimos para La Boca, visitar o estádio do Boca Juniors o La Bombonera (repare no sotaque da guia quando ela fala o nome do estádio), overdose de Boca Juniors! Visitar apenas o estádio já está de bom tamanho, até as casas da região são pintadas nas cores do time (azul e amarelo), não encontramos nenhuma casinha se quer com a cor vermelha (cor do rival River Plate). Logo na entrada do estádio encontramos uma estátua do Maradona, ninguém merece. Rs Na saída enquanto esperávamos o resto do grupo, conversando com a Pato sobre o estádio falei que o Maracanã era bem melhor (e é a verdade), mas logo tentei consertar o que falei, apesar que ela não ligou muito. Segundo ela as mulheres porteñas não costumam freqüentar jogos de futebol. Portanto acho que meu comentário nem a abalou.

Depois do La Bombonera seguimos para a rua Caminito. Os sobrados todos coloridos dando uma vida ao bairro mais simples. Lá encontramos muito artesanato e artista dançando tango ou pintando quadros. Sempre víamos umas cenas um tanto engraçadas de mulheres todas desajeitadas tirando fotos em pose de tango com dançarinos profissionais. Foi lá que conseguimos comprar algo de lembrança da cidade que estivesse com um preço menos salgado, por que será que eles pensam que todo turista é rico ou trouxa né? De chegar a pagar $20 pesos em um imã de geladeira. Em todo lugar é assim né? Aqui no Brasil, no Rio de Janeiro para ser mais específica já vi malandro vendendo canga na praia para gringo por U$S 50,00, uma canga que custa em torno de R$ 30,00 no máximo.




Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A falsa porteña : Buenos Aires, Argentina

Não posso deixar de comentar uma mulher engraçada que tinha no nosso bus e que justamente estava sentada ao nosso lado. Para começar ela parecia uma macaca pulando de um lado para o outro do ônibus (de acordo com o que nossa guia falava) tentando tirar foto de onde passávamos. Contando que cada vez que ela queria falar algo com a nossa guia (que apesar do sotaque falava e entendia muito bem o português) a mulher exagerava no sotaque porteño e não falava uma só palavra em espanhol, tipo o sotaque de algum gringo que aparece de vez em quando nas nossas novelas brasileiras, com aquele sotaque arrastado um tanto caipira mas totalmente português para o espectador entender todas as palavras que ele pronuncia. Isso mesmo! Era um tanto engraçada a situação que no decorrer do dia passou a ser irritante.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Café da manhã : Buenos Aires, Argentina



Não sei o que foi mais difícil para começar o dia, acordar depois de ter dormido apenas uma hora ou descer com fome para o café da manhã e não conseguir comer praticamente nada por estar com o estômago ruim. Confesso que o café da manhã foi ‘empolgante’. Depois sentamos na recepção do hotel esperando nosso guia, eis que aparece A nossA guiA, Patrícia vulgo Pato (apelido que dão as pessoas que se chamam Patrícia, no Brasil seria a mesma coisa que Patty), uma porteña muito simpática (acho que só conhecemos pessoas simpáticas nessa viagem) e com um sotaque um tanto engraçado no começo mas muito bonitinho e viciante. Subimos no micro ônibus, nos juntamos a outros brasileiros e começamos o city tour com a Pato.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

De Ásia de Cuba a Amerika : Buenos Aires, Argentina

Segundo nosso roteiro (e a nossa vontade óbvio) iríamos para Ásia de Cuba, em Puerto Madero mas depois de muito conversar com o Leo garçom-simpático-do-hard-rock mudamos nosso destino para a Amerika e a tão esperada Ásia de Cuba, que estava no primeiro lugar das preferências de balada, ficou para o dia seguinte. Não tínhamos o endereço e nem o táxi para a balada o que não foi difícil de conseguir com os simpáticos funcionários da recepção do Hard Rock. Óbvio que só depois de um papel escrito pela menina da recepção que conseguimos entender o endereço exato de onde teríamos que ir, o mesmo papel foi entregue para o taxista (com telefone na porta – sempre a nossa preocupação da viagem: o medo de pegar um táxi sem o telefone na porta, o que não havia acontecido até o momento) que por sua vez não tinha entendido também nossa explicação de para onde queríamos ir. Em minutos chegamos na balada.

Pegamos uma fila para variar, a qual a freqüência já não tinha agradado. Uma bela recepção: $40 pesos open bar e uma camisinha. Que balada seria essa? A noite prometia. O local era gigante com todo o tipo de freqüência possível, desde de patricinhas e mauricinhos até os (as?) drag queens, a noite já tinha começado divertida. Havia um imenso palco central onde passariam as performances da noite, no piso superior no centro outra pista com música eletrônica e nas laterais os ‘lounges’ onde a música central da balada é a que comandava. A noite foi divertida, fizemos amizades e eu e a Dri encontramos o tal cara de óculos escuros da fila da imigração e vimos que ele era mais metido do que bonito além de estar numa balada gay o que nos fez ganhar a noite (ganhar a noite não no fato dele estar numa balada gay, mas sim no fato dele ser feio sem óculos escuros). Conhecemos o famoso ritmo porteño, o Reggaeton. O que para nós era novidade e foi muito divertido, contando com as misturas e remixagens de músicas brasileiras as quais os portemos deliravam e a gente só ria com o ritmo engraçado que as nossas músicas tinham adquirido. Como combinado o Leo apareceu na balada as 3h30 em ponto, não é que os portemos são pontuais? Ou nós brasileiras que somos exigentes, que não iríamos esperá-lo nem um minuto a mais do que o combinado? Caso contrário o coitado ia ter que nos procurar naquela balada gigante cheia de gente louca. A companhia dele foi agradável, engraçada e muito útil em alguns momentos (a Pri que o diga). Entre saldos positivos e negativos [internas] a balada foi boa, saímos cedo e por volta de 6h00 estávamos no hotel para tirar a nossa tão desejava uma hora de sono (isso mesmo! Depois da viagem de avião, apenas uma hora de bodinho), pois no dia seguinte o city tour começaria as 8h00 e já teríamos que estar prontas e de café da manhã tomado. Aliás, que café da manhã?


O famoso Leo que tanto falo.


O ritmo Porteño - Reggeaton


A Dri e sua inseparável camera. Tinha que cortar na parte mais empolgante da performance? rs

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

Na fila da imigração : Buenos Aires, Argentina

Assim que chegamos em Buenos Aires tivemos que pegar a famosa fila da imigração que não estava nem um pouco pequena e ainda não tinham funcionários suficiente para que ela andasse rápido. Mas como a viagem só estava começando nada tirou o nosso humor. Papo vai papo vem o tempo não passava e a fila não andava, não pude deixar de observar as pessoas a nossa volta. Havia três meninos na nossa frente, um deles menor de idade morrendo de medo da imigração o barrar com sua autorização. Do outro lado da fila um homem muito estranho com óculos escuros não parava de olhar para nos três e prestar atenção na nossa conversa, bom... ele devia estar fazendo o mesmo que eu rs. Um pouco mais a frente um homem bonito de óculos escuros e uma mala Thommy nos chamou atenção, chamou mais a atenção da Pri para variar um pouco, mal sabíamos que nós o encontraríamos no decorrer da viagem e sem óculos escuros nos fazendo perceber que ele não era tão bonito assim. Duas mulheres atrás de nós que descobrimos que eram casadas ou tinham algum affair forte, (a Pri ainda reparou que as duas foram juntas ao banheiro do avião) tinham hotel reservado em Palermo Viejo (bom gosto o delas) e estavam programando a noite no hotel mesmo, para ser mais exata na cama do hotel, segundo elas mesmas disseram. Cada um com um motivo de viagem...

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Ótimo jantar, maravilhosos drinks e um garçom muito simpático... : Buenos Aires, Argentina



Com apenas o almoço do avião no estômago (muito bom por sinal) fomos jantar no Hard Rock Café. Lá rolava muita música boa e bons clipes. Um hamburgue que pelo cardápio parecia pequeno e simples, matou nossa fome e não deixou nenhum dos muitos e bons drinks que tomamos fazer efeito (droga! Rs já que era o esquenta da balada que só começaria as 2h30). Depois de muitos olhares da Pri, ela veio nos mostrar o quão bonitinho era o garçom do Hard Rock, e lógico que ela ficou caidinha rs. Mas sobrou para a minha pessoa fazer a ponte de “amizade”. Depois de muita conversa com o garçom simpático Leo e alguns drinks mudamos o nosso roteiro programado para os 3 dias de viagem, nada como uma opinião de um porteño para decidir as melhores baladas né? Melhor ainda a companhia de um... Depois de lá fomos para a balada... (mas aí já é outra conversa). Só ficou na dúvida se o tal Leo aceitaria nosso convite e iria nos encontrar.

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Orgulho de ser brasileira : Buenos Aires, Argentina



Fácil falar, quero ver é encarar. Nada como um RG com minha camisa da seleção brasileira para receber as boas vindas de um Argentino em seu país. E foi assim que tudo começou ao eu e mais duas amigas colocarmos o pé em Buenos Aires, para ser mais exata ao colocar o pé na casa de câmbio para trocar nosso querido dinheiro. Tive que apresentar meu documento e já fui motivo de alguma piadinha porteña que estava acima de meu entendimento. Não contente o cara do cambio, alias o menino, mostrou meu RG para seu querido amigo também funcionário da casa de câmbio... Só me resta pensar em dor de cotovelo Argentina. E a viagem só estava começando...

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008