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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

De Ásia de Cuba a Amerika : Buenos Aires, Argentina

Segundo nosso roteiro (e a nossa vontade óbvio) iríamos para Ásia de Cuba, em Puerto Madero mas depois de muito conversar com o Leo garçom-simpático-do-hard-rock mudamos nosso destino para a Amerika e a tão esperada Ásia de Cuba, que estava no primeiro lugar das preferências de balada, ficou para o dia seguinte. Não tínhamos o endereço e nem o táxi para a balada o que não foi difícil de conseguir com os simpáticos funcionários da recepção do Hard Rock. Óbvio que só depois de um papel escrito pela menina da recepção que conseguimos entender o endereço exato de onde teríamos que ir, o mesmo papel foi entregue para o taxista (com telefone na porta – sempre a nossa preocupação da viagem: o medo de pegar um táxi sem o telefone na porta, o que não havia acontecido até o momento) que por sua vez não tinha entendido também nossa explicação de para onde queríamos ir. Em minutos chegamos na balada.

Pegamos uma fila para variar, a qual a freqüência já não tinha agradado. Uma bela recepção: $40 pesos open bar e uma camisinha. Que balada seria essa? A noite prometia. O local era gigante com todo o tipo de freqüência possível, desde de patricinhas e mauricinhos até os (as?) drag queens, a noite já tinha começado divertida. Havia um imenso palco central onde passariam as performances da noite, no piso superior no centro outra pista com música eletrônica e nas laterais os ‘lounges’ onde a música central da balada é a que comandava. A noite foi divertida, fizemos amizades e eu e a Dri encontramos o tal cara de óculos escuros da fila da imigração e vimos que ele era mais metido do que bonito além de estar numa balada gay o que nos fez ganhar a noite (ganhar a noite não no fato dele estar numa balada gay, mas sim no fato dele ser feio sem óculos escuros). Conhecemos o famoso ritmo porteño, o Reggaeton. O que para nós era novidade e foi muito divertido, contando com as misturas e remixagens de músicas brasileiras as quais os portemos deliravam e a gente só ria com o ritmo engraçado que as nossas músicas tinham adquirido. Como combinado o Leo apareceu na balada as 3h30 em ponto, não é que os portemos são pontuais? Ou nós brasileiras que somos exigentes, que não iríamos esperá-lo nem um minuto a mais do que o combinado? Caso contrário o coitado ia ter que nos procurar naquela balada gigante cheia de gente louca. A companhia dele foi agradável, engraçada e muito útil em alguns momentos (a Pri que o diga). Entre saldos positivos e negativos [internas] a balada foi boa, saímos cedo e por volta de 6h00 estávamos no hotel para tirar a nossa tão desejava uma hora de sono (isso mesmo! Depois da viagem de avião, apenas uma hora de bodinho), pois no dia seguinte o city tour começaria as 8h00 e já teríamos que estar prontas e de café da manhã tomado. Aliás, que café da manhã?


O famoso Leo que tanto falo.


O ritmo Porteño - Reggeaton


A Dri e sua inseparável camera. Tinha que cortar na parte mais empolgante da performance? rs

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

2 comentários:

O diário de Priscilla disse...

SEN-SA-CI-O-NAL

Sem palavras para esse dia. Eu não queria ir a balada, mas valeu muito a pena. Sensações inexplicavéis...

bjsssss

Adrianne disse...

Uiiii, hein Pri?!! Puro extasy!! ufa!