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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Rumo a Tigre : Buenos Aires, Argentina

Para variar nosso café da manhã não foi um dos mais animados, mas pelo menos conseguimos comer. Sem contar a dificuldade para acordar, eu fui a primeira a levantar depois de muito custo e fui acordar a Pri que por sua vez ‘jogou a toalha branca’ e queria desistir do passeio devido nosso cansaço, mas como a Dri era a mais empolgada com o passeio e no dia anterior disse que era a primeira a tomar banho, resolvi acordá-la, COM SUCESSO! Tomamos um delicioso café da manhã e fomos à recepção buscar infos de como faríamos para ir até Delta do Tigre. Pegamos um táxi e fomos até a estação de trem Retiro e de lá pagaríamos o Trem De La Costa, mas justo naquele fim de semana o trem estava parado para manutenção, então pegamos o trem urbano mesmo. Sem saber quando tempo levaríamos, principalmente por estarmos no trem diferente (porque sabíamos que com o Trem De La Costa levaríamos em torno de 40 min, mas ele é mais rápido do que o trem urbano), alisamos inúmeras pessoas porque tinha gente de todo o tipo naquele trem, a maioria digamos que assustadoras, e por fim decidimos perguntar para um garoto que estava perto da gente com os pais quanto tempo levaria até Tigre, ele nos disse em torno de 15 min. Já tínhamos contado 12 min até passar pela primeira estação e ainda deviam ter umas 9 pela frente (no mínimo), chegamos a conclusão que mais um argentino estava zombando da nossa cara e comprovamos assim que descemos na estação Tigre porque nós éramos o assunto da família, agora vai saber porque! Descemos e fomos logo ver um passeio de barco pelo rio. A cidadezinha é maravilhosa e o passeio de barco muito gostoso para apreciar a vista.




Na volta do passeio tínhamos como opção o Mc Donald’s e Burguerking para almoçar, a cidade é pequena e não oferece muitas opções, optamos pelo mais vazio: o Burguerking.




Na volta seguimos até o parque de diversões De La Costa, nos deparamos com um outdoor (ou seria uma dor de cotovelo) um tanto engraçado:



Tentamos pegar o trem De La Costa na volta, mas realmente estava em manutenção e o funcionário da estação Retiro não nos informou errado como havíamos pensado rs. Então fomos com o outro trem mesmo.

Um detalhe: ao entrar na plataforma para pegar o trem temos que passar o ticket na catraca e na saída quando chegamos ao nosso destino TAMBÉM temos que passar o ticket para sair da plataforma (não é como nos metros de SP), imagina que as três não tentaram passar pela catraca sem o ticket? (Mania de paulistano) Pelo menos não tínhamos os jogado fora né?

Outro detalhe: Nosso passeio até tigre custou $2,20 pesos (ida e volta de trem), enquanto as agências de turismo de Buenos Aires cobram $90 pesos. Tudo bem que os $90 pesos está incluso o trem De La Costa que por sua vez custa apenas $16,00 pesos. Mesmo assim ganhamos o dia! =)

Buenos Aires – Argentina – 10 de agosto de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

De Ásia de Cuba a Crobar : Buenos Aires, Argentina

Descemos do táxi em Puerto Madero, onde fica a Ásia de Cuba. Passamos um bocado de frio até acharmos onde era a tal balada, apesar de acharmos rápido a noite em Puerto Madero faz muito frio, alias mais frio do que imaginávamos. Achamos a balada e ficamos esperando na fila (para variar um pouco), mesmo não sabendo o quanto gastaríamos naquela noite (que não era pouco) a espera nos agradava pois música boa bombava lá dentro e tinha muita gente bonita na fila. Depois de passar muito frio na fila chegamos ao início dela de cara com o segurança e a uma “porta” com detector de metal (tipo aquelas do aeroporto mesmo). Eis que o segurança pede nosso convite, as três se entre olham: “Convite?”. Onde compra o convite? Esta aí a questão não se vende, estava tendo uma festa fechada sem vendas de convite no Ásia de Cuba. Entramos? Magina. Desânimo? Magina. Felizes? Magina. Endereço de outra balada? Magina. A noite nem tinha começado portanto não voltaríamos para o hotel, mas a única coisa que lembrávamos era o nome de outra balada a Crobar e que ela ficava em Palermo, mas não tínhamos o endereço. Nos restando apenas a pedir para algum bondoso taxista nos levar até a tal balada se ele soubesse onde ficava, correndo o risco de sermos super enroladas já que a balada ficava do outro lado da cidade. Mas chegamos sã e salvas na balada e o taxista nem tentou nos enrolar, deixando bem claro aqui: na nossa ida!




A balada foi ótima, música boa, muita gente bonita, água a $10 pesos, uma parte da noite abriram a pista com o reggaeton mas já estávamos indo embora pois estava perto das 6h e precisaríamos acordar cedo no dia seguinte para o passeio a Delta de Tigre. Mas pela a Pri a gente tinha trocado o passeio e ficado a manhã na balada rs.

Na volta só queríamos um táxi para casa, o que tinham muitos na porta da balada. Uma fila deles (com telefone na porta) nos encaminhamos para o primeiro deles como o natural, mas nisso já fomos abordadas por um cara que devia ser o chefe dos táxis que perguntou para onde íamos, sacou que éramos turistas, viu que iríamos para o outro lado da cidade e nos mandou para o ultimo táxi SEM TELEFONE NA PORTA, na hora eu me toquei e tentei fugir do táxi mas as duas desligadas Priscilla e Adrianne, foram entrando no carro conversando e nem sequer escutaram o que eu estava tentando dizer. Só quando já estávamos dentro do táxi que elas pararam pra me escutar, que estávamos num táxi pirata! Nisso a Dri me vira: “MEUUUUU A ANDRESA!!!!”. Eu e a Pri nos entre olhamos com cara de ponto de interrogação, tipo “Que Andresa?”. Mas a Dri insistiu na Andresa, que tínhamos esqueci a menina na balada. Tudo isso para descermos do táxi e pegar outro. Mas que outro? Só tinham aqueles taxis naquele fim de mundo, que só se chegava através de uma avenida que naquela hora estava deserta principalmente de taxis. Conseguimos descer do táxi, acho que o taxista sacou todo o drama rs. Entre as árvores escondidas e com medo o tal taxista esperar nós e a Andresa, fomos seguindo em sentido a avenida em busca de um táxi. A avenida estava vazia e a nossa sorte foi que logo chegou gente para a balada em um táxi e foi nele que voltamos. Ah detalhe: sem a Andresa rs.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

The Killkenny : Buenos Aires, Argentina

Chegando no hotel foi tempo de tirar um bodinho de 30 minutos com direito a despertador do hotel, engraçada foi a cara do recepcionista quando falamos que queríamos um despertador para daqui 30 min. Passado os 30min o telefone toca e está na hora do banho, o problema foi decidir quem levantaria primeiro para o banho, por que estava difícil viu?

Todas prontas e partimos para o pub irlandês The Killkenny, a uma quadra do nosso hotel, o que facilitou para irmos a pé. O pub era o nosso esquenta para a balada do dia. Pedimos o cardápio para matar a fome, mas ao ver os itens: o que escolher? Não entendíamos nada dos ingredientes dos sanduíches, o que restou pedir uma porção fritas (um dos únicos itens que entendemos) e chutar algum sanduíche que pudesse ter a maior quantidade de ingredientes que conhecíamos, mas é óbvio que alguma coisa sairia errado. As três pediram o mesmo sanduíche e nenhuma de nós gostou, chegamos a conclusão que era um sanduíche vegetariano com alguma pasta de legume estranha, acho que o único item que não sabíamos o que era, porque o resto dos ingredientes sabíamos, mas apenas a pasta já foi suficiente para estragar o sanduíche inteiro! Para completar, pedimos para acompanhar o sanduíche uma cerveja Guiness (que nunca tínhamos tomado) amarga e também não gostamos. Enfim, o nosso jantar foram as fritas e alguns chopps Quilmes depois de rejeitar a famosa Guiness.

Fechando a conta... Antes mesmo de chegarmos na metade do sacrificante sanduíche a garçonete já tinha fechado a nossa conta, nos entregado e esperando ao lado da nossa mesa o pagamento. Mas como assim? Não podemos pedir mais nada? O bar está fechando? Pagamos a conta sem entender muito bem. Depois pedimos mais uma rodada de chopp e a garçonete chega com a conta de novo para pagarmos e pagamos. Pedimos uma rodada de drinks, o que acontece? Chega a garçonete com a conta fechada dos três drinks. Foi assim a noite inteira sem entendermos muito bem o esquema do bar, mas fechando nossa conta a cada rodada de bebidas. Apesar do sanduíche vegetariano e de termos que fechar nossa conta a cada rodada de drink, gostamos bastante do bar estilo irlandês com a música ao vivo, não citada por mim até o momento mas muito boa.

Seguimos para o hotel para pegar um táxi e nosso próximo destino seria a tão esperada balada Ásia de Cuba.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Tarde de compras e Café Tortoni : Buenos Aires, Argentina

Depois de um delicioso almoço e a vontade te tirar aquele bodinho-pós-almoço, fomos andando até o hotel para depois sairmos para compras na calle Florida, já que no dia que chegamos só demos uma passada para observar. Compramos caixas e caixas de alfajores Havanna, CDs incrivelmente baratos ($15 a 25 pesos), bujigangas e artigos esportivos que a variedade era grande e os preços muito acessíveis. Mas não compramos nada de muito especial, o estilo dos portemos é muito diferente dos brasileiros, por mais que tivesse muita coisa com preço acessível nada nos agradava. Por fim paramos para ligar para a casa.

Seguimos pela Av. Córdoba até chegarmos a 9 de Julio seguindo em direção ao Café Tortoni, mas nunca que chegava a rua do Tortoni, cada vez que pedíamos informação a alguém este dizia que estava a três quadras, mas as três quadras acabaram se tornando por volta de doze, estávamos cada vez mais exaustas do tanto que tínhamos andado e o humor não era o dos melhores até que chegamos antes ao Obelisco tiramos umas fotos dando uma renovada para continuar a caminhada e logo chegamos a rua do Tortoni. A nossa sorte é que o Tortoni já estava na terceira quadra. Porém chegamos e vimos uma fila na porta do café o que desanimou totalmente, mas depois de tudo tínhamos que pelo menos ficar para um café e em 15 min acabaram nos chamaram para uma mesa. Um lugar super tradicional e bonito freqüentado por muita gente, no auge do nosso cansaço conseguimos tomar apenas um delicioso submarino e bater um papo rápido. Logo pedimos a conta e um táxi.


Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Cabaña Las Lilás : Buenos Aires, Argentina

O nosso city tour estava chegando ao fim, a hora do almoço chega e a fome também principalmente ao pensar que iríamos almoçar em uma das famosas parrillas de Puerto Madero. O último ponto seria Puerto Madero que ficaríamos por lá para almoçar. A caminho de lá passamos pelo antigo porto (todo sujo e feio) e vimos os cassinos flutuantes que tanto falam e estavam em nosso roteiro, mas ao vê-los não fizemos tanta questão de mantê-los em nosso roteiro. Por ser proibido cassino em Buenos Aires, eles ficam em navios ancorados, legalmente fora da cidade.



Descemos em Puerto Madero (‘Chao’ a Pato) e seguimos passeando pelos quatro diques com destino a parrilla Cabana Las Lilás. Paramos para tirar umas fotos na Ponte De La Mujer, estava um dia maravilhoso (o cenário ajudava) porém frio, principalmente em Puerto Madero que o frio é mais pesado. Continuamos andando e nada de achar o restaurante, até que alguém tem a feliz idéia de parar para perguntar onde ficava localizado a tal parrilla e é lógico que perguntamos quando estávamos bem em frente a ela, só turista mesmo para passar por essas coisas. O restaurante é lindo e em um ambiente muito agradável, um dos mais famosos da cidade. Sentamos na varanda para apreciar a vista durante o almoço e pedimos o cardápio para matar a curiosidade de quanto morreríamos naquele almoço. $90 pesos UM BIFE!? Ou saíamos correndo ou comeríamos o bife com muito gosto, o que fizemos? Pedimos os tais bifes (rezando para eles serem muito bons mesmo! Rs), uma salada e porção de fritas. Levantei para lavar as mãos, ao secá-las encontro dois negócios na lateral da pia, um para tirar o papel para secar as mãos e outro para tirar a camisinhas?!?!? Vai entender... Na noite anterior no banheiro do Hard Rock havia encontrado o mesmo recipiente e na balada entregam camisinhas... Super campanha! Enfim... Ao chegar a carteirinha com a conta, vieram dois cartões de restaurantes da mesma rede do Cabaña, um do Figueira e outro do Rubaiyat (ambos em São Paulo), explicado o valor da conta! Ficamos aliviadas o quanto pagamos barato em relação a São Paulo. Almoçamos muito bem, o restaurante realmente é maravilhoso. Valeu cada centavo gasto, alias cada cento de peso gasto!




http://www.rubaiyat.com.br/index.htm

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

City tour : Buenos Aires, Argentina


- Palermo -


- Casa Rosada -


- Plaza de Mayo -


- La Bombonera -


- Caminito -


- Puerto Madero -

Durante o city tour passamos por bairros como Palarmo muito elegante e bonito (e segundo o pobre estagiário do escritório da Dri, fora do alcance da ‘probraize’) passando pela rua Alvear, uma Oscar Freire de São Paulo e Recoleta onde passamos por alguns monumentos dentre eles a bela Floraris Genérica. Fizemos uma parada na Plaza de Maio, tiramos as famosas fotinhos no fundo com a Casa Rosada e partimos para La Boca, visitar o estádio do Boca Juniors o La Bombonera (repare no sotaque da guia quando ela fala o nome do estádio), overdose de Boca Juniors! Visitar apenas o estádio já está de bom tamanho, até as casas da região são pintadas nas cores do time (azul e amarelo), não encontramos nenhuma casinha se quer com a cor vermelha (cor do rival River Plate). Logo na entrada do estádio encontramos uma estátua do Maradona, ninguém merece. Rs Na saída enquanto esperávamos o resto do grupo, conversando com a Pato sobre o estádio falei que o Maracanã era bem melhor (e é a verdade), mas logo tentei consertar o que falei, apesar que ela não ligou muito. Segundo ela as mulheres porteñas não costumam freqüentar jogos de futebol. Portanto acho que meu comentário nem a abalou.

Depois do La Bombonera seguimos para a rua Caminito. Os sobrados todos coloridos dando uma vida ao bairro mais simples. Lá encontramos muito artesanato e artista dançando tango ou pintando quadros. Sempre víamos umas cenas um tanto engraçadas de mulheres todas desajeitadas tirando fotos em pose de tango com dançarinos profissionais. Foi lá que conseguimos comprar algo de lembrança da cidade que estivesse com um preço menos salgado, por que será que eles pensam que todo turista é rico ou trouxa né? De chegar a pagar $20 pesos em um imã de geladeira. Em todo lugar é assim né? Aqui no Brasil, no Rio de Janeiro para ser mais específica já vi malandro vendendo canga na praia para gringo por U$S 50,00, uma canga que custa em torno de R$ 30,00 no máximo.




Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A falsa porteña : Buenos Aires, Argentina

Não posso deixar de comentar uma mulher engraçada que tinha no nosso bus e que justamente estava sentada ao nosso lado. Para começar ela parecia uma macaca pulando de um lado para o outro do ônibus (de acordo com o que nossa guia falava) tentando tirar foto de onde passávamos. Contando que cada vez que ela queria falar algo com a nossa guia (que apesar do sotaque falava e entendia muito bem o português) a mulher exagerava no sotaque porteño e não falava uma só palavra em espanhol, tipo o sotaque de algum gringo que aparece de vez em quando nas nossas novelas brasileiras, com aquele sotaque arrastado um tanto caipira mas totalmente português para o espectador entender todas as palavras que ele pronuncia. Isso mesmo! Era um tanto engraçada a situação que no decorrer do dia passou a ser irritante.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008