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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Olsen e Hard Rock : Buenos Aires, Argentina

Estávamos na rua Gorriti n 300, ok! O restaurante era no n 5870, não deve ser muito longe, pensamos. Doce ilusão! Até linha de trem tinha no caminho até o Olsen. Após andar por volta de 10 quadras vimos que os restaurantes e bares estavam se aproximando, porém estavam todos fechados. Imagina se, depois de tudo que estávamos andando, o Olsen estivesse fechado? Enfim, depois de mais algumas-muitas quadras chegamos ao nosso destino e para a nossa felicidade ele não estava “CERRADO”.

“Nossaaaaaaaaaaa... esse dia eu quase morri... muitas quadras camelando... aff!!!” – Bia.

O lugar era lindo, possuía um jardim muito bonito e com calefação, (ótimo!) lá pegamos nossa mesa. Já ligamos avisando as meninas para virem de taxi, pois não era tão perto assim. A parte que não estavam mais servindo o almoço e o jantar só começaria a ser servido às 20h deixamos para falar quando chegassem, eram 16h.



Pedimos duas cocas, uma light e uma normal, e ficamos avaliando a variedade do cardápio da tarde com a ajuda do dicionário da Bia. Decidimos pedir “mini sanduíches” (o mesmo que canapés) enquanto as duas não chegavam. Chegou o prato com 6 mini canapés um tanto estranhos, de camarão, ovas de salmão... e apenas um deles era “vegetariano”. Logo as meninas chegaram e nos ajudaram com as “iguarias” da casa. A Chris pediu uma Quilmes e a Rê uma das famosas vodkas do bar(o Olsen é conhecido pela sua variedade de vodkas).



Devia ser uma 17h e ainda não tínhamos almoçado. Diante da variedade do menu decidimos comer algo para “enganar o estômago” e mais tarde jantarmos no Hard Rock Café. Então pedimos um misto quente e um queijo quente para as quatro. O sanduíche era tão grande que realmente chegou a matar boa parte da nossa fome, porém o Hard Rock ainda continuou no roteiro. O frio foi aumentando que como nós estávamos prevenidas decidimos colocar nossos lenços e a Bia o seu novo chapéu para fazer um pouco de charme rsrs.

Os sanduíches acabaram, as bebidas também, a Rê já estava meio “boratcha” e a Chris já estava quase executando a idéia de levar para a casa uma das mantas que o Olsen oferecia aos clientes que ficavam no jardim. Dentro dessas circunstâncias decidimos chamar pegar um taxi e ir para o Hard Rock.

A Rê meio “boratcha” foi na frente hablando español como nunca. O motorista que devia ter mais ou menos a nossa idade se empolgou com o papo, com o som que ele fez questão de mostrar que não curtia os ritmos porteños e até convidou a gente (a Rê) para uma festinha.

Enfim, logo chegamos no nosso destino. Descemos numa praça perto do Hard Rock, onde também havia uma feirinha, mas chega! Muito para um dia só! RS Passamos rápido pela feira, a Bia com a sua calça legging não estava agüentando o frio, fomos direto para o shopping Buenos Aires Design.

Já dentro do shopping (e protegidas do frio) paramos numa loja de informação turística, pegamos uns roteiros, mapas e informações sobre o tango Viejo Almacèn (o qual já tínhamos boas referências), certeza que esse tango será o da próxima viagem.

Fomos para o Hard Rock e no caminho a Bia se encantou com uma das lojas da Winnery, porém não paramos. Subimos e pegamos uma mesa. Fui ao banheiro e quando cheguei na mesa a Bia já havia pedido um vinho, o Terrazas Malbec 2007.

“Viño viño viño...” – Bia

“Guarda a rolha!!!!!” – Renatinha

Mais um ótimo vinho. Minutos depois chega do banheiro a Rê “arrasada” por não conseguir comprar uma camisinha da Calvin Klein na maquina que tinha no banheiro, pois já tinham acabado todas.

A fome já não era tanta, o sono e o cansaço tomavam conta da gente no momento. Pedimos onion rings, aliás BIG onion rings, a Rê pediu uma porção de filés de frango. Comemos, tomamos o vinho e causamos um pouco tirando fotos no Hard. Descemos, demos uma passada pela lojinha do Hard e logo pegamos um taxi de volta para o hotel.

A balada do dia era o Asia de Cuba, deitamos para dormir e descansar um pouco até a noite, porém desmaiamos e só fomos acordar por volta de 3h. Momento leque (que calor naquele quarto!), conversas, pringles e coca-cola... Pra variar um pouco!

Voltamos a dormir para acordarmos cedo, pois o dia seguinte seria longo!

13 de junho de 2009 | Buenos Aires, Argentina

Tarde em Palermo : Buenos Aires, Argentina

Acordamos “assustadas” e em cima da hora para terminar o café da manhã. Pulamos da cama e colocamos a primeira roupa, havaianas e óculos de sol que achamos pela frente. Corremos até o restaurante e ainda conseguimos pegar as últimas medias lunas. A Rê e a Chris ficaram sem pois chegaram no restaurante 5 min para terminar o café (só era apenas o primeiro café da manhã que Renatinha não chegava a tempo das medias lunas).

Terminado o café, subimos para tomar banho e nos arrumar. Eu e a Bia ficamos prontas e descemos para esperar no lob.

Se passaram 40 minutos e nada das duas aparecerem. Fomos até uma rotisserie ao lado do hotel para comer algo. A Bia pediu um pão de queijo e eu um outro tipo de pão (parecia a massa daqueles pães feitos em casa). Comemos, tiramos fotinhos na porta do hotel...

E depois de uma hora de espera , aparece a Chris, a Rê ainda não estava pronta. Sem atender o rádio (óbvio! RS) e algum tempo depois aparece a bonita com um sorrisão estampado no rosto, tem como brigar?rs

Pegamos o taxi e fomos para Palermo. A Rê, como sempre, foi na frente com o seu pequeno mapa e hablando español con el condutor. Descemos perto da praça onde tem a feirinha de sábado de Palermo. Andamos e já paramos numa barraquinha de prata, onde comprei um brinco de rosa e um anel. Rodamos mais um pouco pela feirinha e paramos numa barraca de “pochetes”, onde cada uma comprou uma.

Jogo de amarelinha na praça de Palermo.

Depois da feirinha fomos a um “outlet” cheio de stands, rodamos e não vimos nada de muito interessante. Não demorou muito para eu e a Bia nos cansar das “lojinhas”, fomos para o lado de fora esperar as duas. Enquanto isso, ficamos reparando no estilo porteño de se vestir, um tanto estranho eu diria, devíamos ter registrado!rs
Com a Rê e a Chris de volta fomos andar pelas ruas de Palermo e ver mais lojinhas (o lojinhas é do vocabulário da Rê). O dia já estava “esquentando” (comparado a Buenos Aires lógico) e bateu aquela sede, sede de Quilmes! Paramos em um bar, porém só serviam chopp, o mesmo nos indicou um kiosko ao lado. 1 latão de Quilmes = 8pesos! Perfeito! Um brinde! Cheers!

“Iuhuuuuuuuuuuuuuuuu” - Renatinha

Enquanto a Rê e a Chris não deixavam de parar nas lojinhas, eu e a Bia decidimos dar uma volta pelo bairro e conhecer a vizinhança hehe. As ruas são muito lindas! No caminho achamos um lugar que vendia a famosa empanada porteña, paramos e pedimos uma. Deliciosa! (Mas ainda comeríamos nos próximos dias a melhor empanada de toda a viagem). Continuamos nossa caminhada pelo bairro, contentes com a empanada e admiradas pela beleza do bairro.


Voltamos para a rua de compras...
Subimos a Calle Honduras, paramos na loja da Nike para encontrar com a Rê e a Chris, onde não ficamos por muito tempo e logo seguimos. Paramos numa lojinha interessante onde a Bia comprou um “kit tango”, uma miniatura de um sapato, chapéu e acordeão.

Descendo a rua de volta, paramos numa loja de acessórios, El Mercatto, onde dentre de muitos chapéus, um chamou a atenção da Bia, ela comprou e saindo da loja encontramos com a Rê e a Chris entrando. Pronto! Cada uma colocou um chapéu e pausa para fotos! As quatro com caras de “peruas” (que de peruas não tinham nada), mas com aqueles chapéus... Causando no meio da loja.

“Chapelitos muy bonitos... hehe!” - Bia

Saindo da loja avistamos um Freddo, a vontade de tomar sorvete nem era tanta, mas um Freddo não podia passar despercebido. Depois de muita “briga” com a caixa que não entendia o que eu falava, não fazia questão de falar mais devagar para eu entender e uma fila imensa atrás de mim. Olhando os tamanhos dos potes nas prateleiras com os respectivos preços, decidi falar que queria o sorvete de 13 pesos. Ao pagar e pegar a notinha, percebi que tinham dois potes com o mesmo valor de 13 pesos. Ok! Venha o que vier. Era óbvio que não viria no pode que eu teoricamente “escolhi”. Nosso sorvete de doce de leite com amêndoas veio num pote gigante (devia ter uns 500ml de sorvete ali) de isopor e ainda todo lacrado como se fosse um pedido pra viagem. Vai entender??? Ok! Deslacra tudo! E vamos tomar o famoso sorvete de doce de leite do Freddo. Detalhe: todo mundo saindo da loja com seus sorvetes em pequenos potinhos, normal!

Atravessamos a rua e paramos numa loja de CDs. A Bia comprou dois CDs de tango (Carlos Gardel e Astor Piazzola) e eu o CD duplo do Bossa N’Stones. (ok! Nada a ver! Mas esse CD não é fácil achar no Brasil =P). Isso tudo na companhia do nosso super pote de sorvete. Quando fui pagar meu CD o vendedor disse que aceitaria um pode de 1L de sorvete como forma de pagamento rs. Hein?rs

Saímos da loja e sentamos num banquinho na calçada, com o potão de sorvete que estávamos enjoadas. Também, 500ml de sorvete de doce de leite não é para qualquer um, ou melhor, para quaisquer dois! RS

Como a Rê e a Chris ainda não tinham terminado as compras decidirmos ver o endereço do Olsen, restaurante do próximo destino. Vimos que era na Calle Gorriti próxima quadra de onde estávamos (aliás já tínhamos passado por essa rua). GOOD IDEA: “Vamos caminhando até o Olsen, passeando até que as meninas terminem as compras”.


13 de junho de 2009 | Buenos Aires, Argentina

terça-feira, 14 de julho de 2009

Enfim... o Tango! : Buenos Aires, Argentina.



Enfim, chegamos no tango! Na fila da entrada já ficamos amigas de um casal brasileiro. Entramos e uma hostess-brasileira nos dirigiu aos nossos lugares, porém queríamos uma mesa mais na frente e logo avistamos que havia lugares na mesa que o conhecido casal de brasileiros estava. Falamos com a hostess e nada como um jeitinho Bia-Brasileiro para conseguirmos. Sentamos ao lado da Malu e do Gege, conversamos, pedimos nossa taça de vinho e CHEERS!


Logo o show começou. Na nossa mesa também estava uma senhora porteña, Dona Rosa, que havia jantado lá e naquelas horas só estava ela e sua garrafa de vinho. Dona Rosa já estava bem alegre e fez a nossa alegria, ela se referiu como um patrimônio histórico e contou que há anos freqüenta essa casa.
“Dona Rrrrrrrrrrrosa era brava mas muito culta! Adorei...” – Bia.



O show foi maravilhoso e tradicional, um dos cantores Héctor Pilatti cantou Por Una Cabeza, junto com trechos de vídeos do Astor Piazzolla e Carlos Gardel. O show acabou e a Bia resolveu fazer uma aula de tango com dois dos dançarinos, com direito a palco principal e diploma! Enquanto assistíamos a aula da Bia pedimos uma garrafa de vinho, Valmont, o vinho era forte e ficamos BEM!

“Falou em dança, já tô lá... em cima do palco prá bailar...” – Bia.

Acabada a aula, a Bia ensinou um pouco de samba para o dançarino-metido e depois foi a vez do garçon ensinar a cumbia (ritmo porteño). Terminadas as danças, fomos para o lado de fora com o que ainda restava do vinho para apreciar a noite que estava maravilhosa e nem tão fria (por causa do tanto de vinho que havíamos tomado) e dar um pouco (ou muito) de risada.

Terminado o vinho, fomos caminhando pelos diques de Puerto Madero, a base de vinho e dando muita risada. Queríamos parar em algum lugar para continuar o papo, porém tudo estava “cerrado”. Depois de caminhar “um poquito” passamos pelo hotel Faena (http://www.faenahotelanduniverse.com), decidimos entrar para conhecer e tomar algo, se não fosse 2h da manha e tivéssemos que pagar 100 pesos por pessoa teríamos ficado no bar do hotel.

Voltamos para o NOSSO hotel e tivemos a idéia de pedir vinho no quarto para continuar a conversa que não acabava nunca. Chegamos no hotel e o serviço de restaurante estava “cerrado”, até que o recepcionista (que estava bebendo vodka “em serviço”) ligou para um delivery e salvou nossa vida. $30 pesos e alguns minutos depois o tinto Lopes, 2007 , estava na porta do nosso quarto. Porém acabamos optando pelas mini Chandon do frigobar, íamos ficar muito “lesadas” com mais uma garrafa de vinho. Pringles, Chandon, cheers... Fomos dormir pra lá das 5h da manhã.

PS- Não tomamos o Lopez nesse dia e em nenhum outro dia, voltaríamos com ele para o Brasil se não tivéssemos esquecido no quarto do hotel!

12 de junho de 2009 | Buenos Aires, Argentina.

A maratona do Tango : Buenos Aires, Argentina

Chegamos no hotel por volta das 16h, o que nos fez modificar o roteiro do dia. Ao chegar no quarto já fomos procurar o cardápio para pedir algo para comer, estávamos com muita fome. Pedimos misto quente, queijo quente e papas fritas. Ficamos descansando e para decidir o Tango enquanto a Rê e a Chris foram até a Florida dar uma volta e comer um Mc Donald’s. O Mariano, recepcionista do hotel estava fechando o tango para mais tarde. Nossa primeira opção do roteiro era o Piazzola Tango, porém a casa estava fechada. Como outras opções tínhamos o Michelangelo e o Carlos Gardel (esse mais caro) e ambos também estavam fechados, vai saber porque. Depois de algumas pesquisas optamos pelo Madero Tango, em Puerto Madero e fizemos nossas reservas. Quando acabamos de decidir as meninas ligaram, estavam na Florida onde havia “poucas” ofertas de Tango. Depois de muita conversa e dúvidas elas fecharam o Madero Tango por um preço melhor do que o nosso (assim, cancelamos nossa reserva pelo hotel). Com tudo isso, a hora passou, já eram 19h30 e a van do tango passaria no nosso hotel entre 21h e 21h30 para nos pegar.

Só depois de decidirmos o tango é que realmente conseguimos dormir um pouco. Porém acordamos em cima da hora e ficamos torcendo pela van passar as 21h30, o que óbvio não aconteceu! 21h em ponto a van chegou e ninguém estava pronto, pensávamos que pudessem esperar um pouco mas... Até parece né? Eu e a Bia que já estávamos vestidas fomos descendo e faríamos a maquiagem no carro. Nossa idéia era tentar segurar o tio da van (que já estava bem irritado) para as meninas descerem a tempo, mas estava difícil. O tio não queria esperar (já estava totalmente sem paciência) e as meninas não apareciam. Quando já estávamos saindo pela porta do hotel as duas apareceram e ainda “para se arrumar”. A Chris estava de saia e nem tempo para colocar uma meia ela teve, passou frio a noite inteira.

“O dia das roupas errada rsrs” - Little.

“Quase matei essas duas... pois quase perdemos a Van!!!” – Bia.



Depois de toda a correria entramos na van e após andarmos 3 quadras a Rê lembrou que havia deixado os tickets do tango no hotel (apenas os tickets do tango, porque os convites Vips da balada que ganhou na compra ela não esqueceu).

Depois de causar na van com o tio e da Rê ter descido e já estar voltando para o hotel, descobrimos que não era preciso do ticket. “RÊ, VOLTA PARA A VAN!”. Nesse meio tempo o tio deixou mais gente para trás, que provavelmente não tinham ficado prontos, o que quase aconteceu com a gente. E esses não foram os únicos, ele deixou mais gente para trás, a van foi praticamente vazia. (É! Ele iria nos deixar realmente).

12 de junho de 2009 | Buenos Aires, Argentina

domingo, 12 de julho de 2009

As aventuras estavam apenas começando : Buenos Aires, Argentina

7h15 em ponto a Bia, com sua mãe, chega em casa para irmos para o aeroporto. No caminho a Rê nos liga, dizendo que acordou apenas quando o taxi chegou em sua casa (na noite anterior eu e ela ficamos na internet até tarde e fomos dormir por volta de 3h30), mas que ela e a Chris já estavam a caminho do aeroporto. Nós chegamos e já fomos fazendo o check-in e por pouco não conseguimos lugares juntos. Porém a Rê e a Chris, por chegarem mais tarde, já não conseguiram poltronas juntas e a Rê quis ficar na janelinha rs. Feito chek-in fomos a Polícia Federal declarar nossas maquinas, IPODs e notebook, pois voltaríamos pelo Paraguai e ficamos receosas. Porém a mulher-mal-humorada que nos atendeu na Polícia não estava nem um pouco disposta a fazer as declarações e nos falou que não havia necessidade, fomos embora (mesmo sabendo que era um direito nosso).

Embarcamos e fomos as primeiras compras no Duty Free, compramos apenas o necessário para a viagem.

Chegando a hora do vôo fomos até o portão e ficamos na espera, até descobrirmos que estávamos no portão errado. Fomos para o portão certo e logo entramos no avião, ô Felicidade!!! Dentro do avião, a sessão de fotos já começou.

Logo levantamos vôo e a fome bateu. Em pouco tempo o serviço de bordo veio (para a felicidade de alguns e a tristeza de outros rs): carne ou frango? (ps-não tem massa?) A Bia não teve escolhas e acabou ficando só com o pão, eu escolhi a carne mas além de salgada não estava boa e acabei ficando só com o pão também. Só a little mesmo para gostar da comida (da carne e do frango!) e ainda ficou com o prato da Bia, é little mas só come!

Por volta das 14h já estávamos em solo argentino, felizes da vida! Passamos pela equipe de prevenção da gripe suína (ninguém tossindo ok?), pela imigração e por mais um Freeshop onde fizemos mais algumas comprinhas.

No próprio aeroporto paramos no Banco De La Nacion para trocar dinheiro e pesquisamos valores de taxis até nosso hotel. No caminho para o hotel já vimos o quanto a viagem prometia e o quando íamos nos divertir. A viagem estava apenas começando!


12 de junho de 2009 | Buenos Aires, Argentina

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Domingo no interior : Bauru, SP

Cidade de interior normalmente já é calma (para quem mora em São Paulo, é muito calma!) imagina domingo na cidade de interior? Perfeito para descansar!
Depois de uma bela noite de descanso acabamos almoçando só mais tarde. Fomos a um restaurante na Av. Nações Unidas (o único mais próximo de casa), eles serviam um rodízio, mas não achamos muito confiável rs, preferi ficar com o x-salada (ainda achando que devia ter pedido sem queijo haahahahah). No final das contas conseguimos matar a fome momentânea e mais a noite pedimos Habib’s (nada como uma comida confiável!). O domingão estava acabando e eu já estava sentindo falta da loucura (e da comida) de São Paulo, acho que sou viciada nessa cidade louca. Mas preciso de momentos de calmaria para continuar bem na loucura paulistana. No dia seguinte de manhã eu já estava na estrada de volta para São Paulo. A viagem foi ótima e me fez muito bem!

24 de maio de 2009 | Bauru, SP – Brasil

Pelas ruas de Bauru : Bauru, SP

Levantei pela manhã e decidi “conhecer” a cidade. Sem saber para onde ir, saí e andei pelas redondezas onde só achei uma grande avenida (Av. Nações Unidas) cheia de concessionárias de carros onde sequer tinha uma padaria. Pedindo informações cheguei a outra avenida (Av. Duque de Caxias), essa mais movimentada. Achei uma padaria para tomar um café da manhã e depois fui a procura de um banco Itaú para fazer a transferência final (e necessária) da minha viagem para Buenos Aires que eu tinha fechado no dia anterior. Achei o banco!!! Mas nada mais havia naquela avenida, o que fazer? Andando de volta para a casa achei um cabeleireiro masculino e na esperança de ter uma manicure parei para perguntar (minha unha estava horrível, não tive tempo de fazer em São Paulo). “Tem alguém para fazer a unha?” Depois de alguns segundos de silêncio a mulher me responde “Sim.” (um sim não tão seguro). Bom minha unha estava horrível, não havia mais nada por perto. Arrisquei! Ok. Antes não tivesse arriscado. Para completar ainda pintei minha mão de rosa e esqueci que estava com vermelho no pé. Ótimo! Óbvio que só lembrei disso quando cheguei no apartamento.

a tarde...

Fui convidada para almoçar na Paola (amiga da Ju). O almoço estava ótimo. E depois ela me levou até a rua de compras, “calçadão da Batista de Carvalho” (do jeito que falaram da rua, primeiro pensei que fosse igual a Oscar Freire e depois igual ao Saara RS). Até que não era tão assustadora e tinham umas coisinhas interessantes. Ok. Uma loja de acessórios! Onde fiz ótimas compras a preços ótimos!!! Fim de tarde voltamos para casa e começamos os preparativos para o churrasco da noite. Fomos ao supermercado para comprar comes e bebes, ainda tentei achar uma geléia de pimenta para uma exótica caipirinha, ilusão a minha! rs Mas nem por isso o churras deixou de ter muita bebida boa (lógico! Eu que preparei todas as caipirinhas rs) e comida! E acima de tudo muita diversão e pessoas loucas hahahahahahah. Adorei!

23 de maio de 2009 | Bauru, SP – Brasil

De São Paulo a Bauru : Bauru, SP

Depois de semanas de muito trabalho e precisando de um descanso decidi partir para a cidade Bauru visitar uma amiga (a Ju) e descansar um pouco.
Entrei no ônibus as 14h30 de uma sexta-feira e acompanhada do meu IPOD tive uma viagem maravilhosa, onde pude parar para pensar na vida (o que não fazia há tempos devido a correria do dia a dia), tirar um bodinho (porque ninguém é de ferro rs) e apreciar um maravilhoso pôr-do-sol durante o trajeto.
Por volta das 18h30 a Ju e suas amigas foram me pegar na rodoviária. Fomos para a casa, depois de muito colocar o papo em dia, a fome veio e fomos até a pizzaria comer uma pizza e tomar uma cerveja. Aliás, meia pizza, pois a metade de quatro queijos não estava com a cara (e gosto) muito boa rs.



22 de maio de 2009 | Bauru, SP – Brasil

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mais um pôr-do-sol em Ipanema : Rio de Janeiro, RJ

Manhã de sol na Barra e depois mais um dia vendo o sol se por em Ipanema. Último dia na Cidade Maravilhosa.



26/fevereiro/2009 | Rio de Janeiro – Brasil

Dia de turismo : Rio de Janeiro, RJ

Depois de pegar um sol em Ipanema, decidimos ter um dia de turistas e subir no Pão de Açúcar, devia fazer uns 10 anos que não subia lá. Fomos no final da tarde, vimos o pôr-do-sol e o anoitecer, vistas divinas. No caminho de volta para a casa nos perdemos e fomos parar na Av. Brasil, que caos (e medo) até achar o caminho de volta.










25/fevereiro/2009 | Rio de Janeiro – Brasil

Fim de tarde em Ipanema com frescobol : Rio de Janeiro, RJ

Ao chegar de Angra ainda fui pegar o fim de tarde em Ipanema, ver o pôr-do-sol maravilhoso e ainda ser convidada por um senhor para uma partida de frescobol. Levei pouco tempo para ajustar a força que uso no tênis e me adequar a leveza do frescobol. Antes de voltar para casa nada melhor do que um chopp no Devassa.






24/fevereiro/2009 | Rio de Janeiro – Brasil

Indo embora : Ilha Grande - Angra dos Reis, RJ

Caminho de volta. Sentirei saudades da ilha.
Nossa vista de cada dia!
Nosso refúgio
Praia do Abrãão
Pelas ruas
Direções
Onde todo o carnaval aconteceu
Saindo da Ilha
Chegando em Angra

24/fevereiro/2009 - Ilha Grande – Angra dos Reis | Rio de Janeiro – Brasil

Dia sem Sol : Ilha Grande - Angra dos Reis, RJ

O dia NÃO amanheceu com o sol raiando. Descemos para “pegar uma praia” e a maré estava alta. Descemos a pequena ladeira da nossa casa e não tinha areia no Abraão então fomos para a praia vizinha (que tinha pelo menos onde colocar cadeiras e sentar). Logo pedimos as ultimas casquinhas de siri do quiosque. O quiosque que freqüentávamos tinha casquinhas limitadas por dia, e sempre que chegávamos já não restavam muitas delas. A casquinha era ótima.
E quando vi no cardápio “SALADA”, nem acreditei e logo pedi uma (que vontade de comer uma salada eu estava). Decepção! Não veio alface!!!!!!!! (óbvio estávamos numa ilha, não é normal).
O tempo já não estava bom, não passou muito tempo e voltamos para a casa. Antes passamos pelo centro para comprar umas coisinhas para casa.
A noite decidimos dar uma volta pelas lojinhas da ilha, comprar nosso barco de volta para Angra (o mais rápido que tinha) e jantamos numa pizzaria maravilhosa! Pedimos pizza de rúcula (OBA! Folha!) e frango com catupiry, logo voltamos para casa pois no dia seguinte partiríamos cedo para o Rio de Janeiro.




23/fevereiro/2009 - Ilha Grande – Angra dos Reis | Rio de Janeiro – Brasil