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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Café da manhã : Buenos Aires, Argentina



Não sei o que foi mais difícil para começar o dia, acordar depois de ter dormido apenas uma hora ou descer com fome para o café da manhã e não conseguir comer praticamente nada por estar com o estômago ruim. Confesso que o café da manhã foi ‘empolgante’. Depois sentamos na recepção do hotel esperando nosso guia, eis que aparece A nossA guiA, Patrícia vulgo Pato (apelido que dão as pessoas que se chamam Patrícia, no Brasil seria a mesma coisa que Patty), uma porteña muito simpática (acho que só conhecemos pessoas simpáticas nessa viagem) e com um sotaque um tanto engraçado no começo mas muito bonitinho e viciante. Subimos no micro ônibus, nos juntamos a outros brasileiros e começamos o city tour com a Pato.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

De Ásia de Cuba a Amerika : Buenos Aires, Argentina

Segundo nosso roteiro (e a nossa vontade óbvio) iríamos para Ásia de Cuba, em Puerto Madero mas depois de muito conversar com o Leo garçom-simpático-do-hard-rock mudamos nosso destino para a Amerika e a tão esperada Ásia de Cuba, que estava no primeiro lugar das preferências de balada, ficou para o dia seguinte. Não tínhamos o endereço e nem o táxi para a balada o que não foi difícil de conseguir com os simpáticos funcionários da recepção do Hard Rock. Óbvio que só depois de um papel escrito pela menina da recepção que conseguimos entender o endereço exato de onde teríamos que ir, o mesmo papel foi entregue para o taxista (com telefone na porta – sempre a nossa preocupação da viagem: o medo de pegar um táxi sem o telefone na porta, o que não havia acontecido até o momento) que por sua vez não tinha entendido também nossa explicação de para onde queríamos ir. Em minutos chegamos na balada.

Pegamos uma fila para variar, a qual a freqüência já não tinha agradado. Uma bela recepção: $40 pesos open bar e uma camisinha. Que balada seria essa? A noite prometia. O local era gigante com todo o tipo de freqüência possível, desde de patricinhas e mauricinhos até os (as?) drag queens, a noite já tinha começado divertida. Havia um imenso palco central onde passariam as performances da noite, no piso superior no centro outra pista com música eletrônica e nas laterais os ‘lounges’ onde a música central da balada é a que comandava. A noite foi divertida, fizemos amizades e eu e a Dri encontramos o tal cara de óculos escuros da fila da imigração e vimos que ele era mais metido do que bonito além de estar numa balada gay o que nos fez ganhar a noite (ganhar a noite não no fato dele estar numa balada gay, mas sim no fato dele ser feio sem óculos escuros). Conhecemos o famoso ritmo porteño, o Reggaeton. O que para nós era novidade e foi muito divertido, contando com as misturas e remixagens de músicas brasileiras as quais os portemos deliravam e a gente só ria com o ritmo engraçado que as nossas músicas tinham adquirido. Como combinado o Leo apareceu na balada as 3h30 em ponto, não é que os portemos são pontuais? Ou nós brasileiras que somos exigentes, que não iríamos esperá-lo nem um minuto a mais do que o combinado? Caso contrário o coitado ia ter que nos procurar naquela balada gigante cheia de gente louca. A companhia dele foi agradável, engraçada e muito útil em alguns momentos (a Pri que o diga). Entre saldos positivos e negativos [internas] a balada foi boa, saímos cedo e por volta de 6h00 estávamos no hotel para tirar a nossa tão desejava uma hora de sono (isso mesmo! Depois da viagem de avião, apenas uma hora de bodinho), pois no dia seguinte o city tour começaria as 8h00 e já teríamos que estar prontas e de café da manhã tomado. Aliás, que café da manhã?


O famoso Leo que tanto falo.


O ritmo Porteño - Reggeaton


A Dri e sua inseparável camera. Tinha que cortar na parte mais empolgante da performance? rs

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

Na fila da imigração : Buenos Aires, Argentina

Assim que chegamos em Buenos Aires tivemos que pegar a famosa fila da imigração que não estava nem um pouco pequena e ainda não tinham funcionários suficiente para que ela andasse rápido. Mas como a viagem só estava começando nada tirou o nosso humor. Papo vai papo vem o tempo não passava e a fila não andava, não pude deixar de observar as pessoas a nossa volta. Havia três meninos na nossa frente, um deles menor de idade morrendo de medo da imigração o barrar com sua autorização. Do outro lado da fila um homem muito estranho com óculos escuros não parava de olhar para nos três e prestar atenção na nossa conversa, bom... ele devia estar fazendo o mesmo que eu rs. Um pouco mais a frente um homem bonito de óculos escuros e uma mala Thommy nos chamou atenção, chamou mais a atenção da Pri para variar um pouco, mal sabíamos que nós o encontraríamos no decorrer da viagem e sem óculos escuros nos fazendo perceber que ele não era tão bonito assim. Duas mulheres atrás de nós que descobrimos que eram casadas ou tinham algum affair forte, (a Pri ainda reparou que as duas foram juntas ao banheiro do avião) tinham hotel reservado em Palermo Viejo (bom gosto o delas) e estavam programando a noite no hotel mesmo, para ser mais exata na cama do hotel, segundo elas mesmas disseram. Cada um com um motivo de viagem...

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Ótimo jantar, maravilhosos drinks e um garçom muito simpático... : Buenos Aires, Argentina



Com apenas o almoço do avião no estômago (muito bom por sinal) fomos jantar no Hard Rock Café. Lá rolava muita música boa e bons clipes. Um hamburgue que pelo cardápio parecia pequeno e simples, matou nossa fome e não deixou nenhum dos muitos e bons drinks que tomamos fazer efeito (droga! Rs já que era o esquenta da balada que só começaria as 2h30). Depois de muitos olhares da Pri, ela veio nos mostrar o quão bonitinho era o garçom do Hard Rock, e lógico que ela ficou caidinha rs. Mas sobrou para a minha pessoa fazer a ponte de “amizade”. Depois de muita conversa com o garçom simpático Leo e alguns drinks mudamos o nosso roteiro programado para os 3 dias de viagem, nada como uma opinião de um porteño para decidir as melhores baladas né? Melhor ainda a companhia de um... Depois de lá fomos para a balada... (mas aí já é outra conversa). Só ficou na dúvida se o tal Leo aceitaria nosso convite e iria nos encontrar.

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Orgulho de ser brasileira : Buenos Aires, Argentina



Fácil falar, quero ver é encarar. Nada como um RG com minha camisa da seleção brasileira para receber as boas vindas de um Argentino em seu país. E foi assim que tudo começou ao eu e mais duas amigas colocarmos o pé em Buenos Aires, para ser mais exata ao colocar o pé na casa de câmbio para trocar nosso querido dinheiro. Tive que apresentar meu documento e já fui motivo de alguma piadinha porteña que estava acima de meu entendimento. Não contente o cara do cambio, alias o menino, mostrou meu RG para seu querido amigo também funcionário da casa de câmbio... Só me resta pensar em dor de cotovelo Argentina. E a viagem só estava começando...

Buenos Aires – Argentina – 08 de agosto de 2008