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domingo, 21 de setembro de 2008

De Ásia de Cuba a Crobar : Buenos Aires, Argentina

Descemos do táxi em Puerto Madero, onde fica a Ásia de Cuba. Passamos um bocado de frio até acharmos onde era a tal balada, apesar de acharmos rápido a noite em Puerto Madero faz muito frio, alias mais frio do que imaginávamos. Achamos a balada e ficamos esperando na fila (para variar um pouco), mesmo não sabendo o quanto gastaríamos naquela noite (que não era pouco) a espera nos agradava pois música boa bombava lá dentro e tinha muita gente bonita na fila. Depois de passar muito frio na fila chegamos ao início dela de cara com o segurança e a uma “porta” com detector de metal (tipo aquelas do aeroporto mesmo). Eis que o segurança pede nosso convite, as três se entre olham: “Convite?”. Onde compra o convite? Esta aí a questão não se vende, estava tendo uma festa fechada sem vendas de convite no Ásia de Cuba. Entramos? Magina. Desânimo? Magina. Felizes? Magina. Endereço de outra balada? Magina. A noite nem tinha começado portanto não voltaríamos para o hotel, mas a única coisa que lembrávamos era o nome de outra balada a Crobar e que ela ficava em Palermo, mas não tínhamos o endereço. Nos restando apenas a pedir para algum bondoso taxista nos levar até a tal balada se ele soubesse onde ficava, correndo o risco de sermos super enroladas já que a balada ficava do outro lado da cidade. Mas chegamos sã e salvas na balada e o taxista nem tentou nos enrolar, deixando bem claro aqui: na nossa ida!




A balada foi ótima, música boa, muita gente bonita, água a $10 pesos, uma parte da noite abriram a pista com o reggaeton mas já estávamos indo embora pois estava perto das 6h e precisaríamos acordar cedo no dia seguinte para o passeio a Delta de Tigre. Mas pela a Pri a gente tinha trocado o passeio e ficado a manhã na balada rs.

Na volta só queríamos um táxi para casa, o que tinham muitos na porta da balada. Uma fila deles (com telefone na porta) nos encaminhamos para o primeiro deles como o natural, mas nisso já fomos abordadas por um cara que devia ser o chefe dos táxis que perguntou para onde íamos, sacou que éramos turistas, viu que iríamos para o outro lado da cidade e nos mandou para o ultimo táxi SEM TELEFONE NA PORTA, na hora eu me toquei e tentei fugir do táxi mas as duas desligadas Priscilla e Adrianne, foram entrando no carro conversando e nem sequer escutaram o que eu estava tentando dizer. Só quando já estávamos dentro do táxi que elas pararam pra me escutar, que estávamos num táxi pirata! Nisso a Dri me vira: “MEUUUUU A ANDRESA!!!!”. Eu e a Pri nos entre olhamos com cara de ponto de interrogação, tipo “Que Andresa?”. Mas a Dri insistiu na Andresa, que tínhamos esqueci a menina na balada. Tudo isso para descermos do táxi e pegar outro. Mas que outro? Só tinham aqueles taxis naquele fim de mundo, que só se chegava através de uma avenida que naquela hora estava deserta principalmente de taxis. Conseguimos descer do táxi, acho que o taxista sacou todo o drama rs. Entre as árvores escondidas e com medo o tal taxista esperar nós e a Andresa, fomos seguindo em sentido a avenida em busca de um táxi. A avenida estava vazia e a nossa sorte foi que logo chegou gente para a balada em um táxi e foi nele que voltamos. Ah detalhe: sem a Andresa rs.

Buenos Aires – Argentina – 09 de agosto de 2008

Um comentário:

O diário de Priscilla disse...

Kkkkkkkkkkkk....essa Andressa deu mesmo o que falar! A cara que eu e a Leka fizemos foi de interrogação total, mas foi engraçadíssimo depois. Nos matamos de rir, nossa!
Mais uma grande memória dessa viagem e QUE VIAGEM!
Saudadesssssssssss, de cada momento!

Bjssss